sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Tirinha






Calvin & Haroldo
Bill Watterson

Ah, Feriado prolongado, como eu adoro isso!
Bom feriado!!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Ai, ai, ai...

Triiiim, triiiim
Eu: Alô?
Junqueira: Oi, aqui é o Junqueira, será que você poderia me dar um auxílio?
Eu: Pois não.
Junqueira: É que eu preciso mudar minha identidade.
Eu: Como assim...?
Junqueira: É, eu só queria mudar a minha identidade.
Eu: Tá, mas como assim, "identidade"?
Junqueira: Não, é que eu queria fazer a mudança aqui, porque a minha mensagem eletrônica tá muito longa, eu queria mudar.
Eu: O que o senhor quer mudar então é o endereço de e-mail?
Junqueira: Não, eu queria mudar a minha identidade, só o nome, porque tá muito comprido.
Eu: O que o senhor quer mudar é aquele nome pra onde as pessoas mandam e-mail?
Junqueira: É, isso.
Eu: Então, isso é o endereço de e-mail. Não tem como mudar.
Junqueira: Mas eu queria mudar porque tá muito comprido, eu queria um nome mais simples, só isso.
Eu: Tá, só que isso não tem como mudar. Se o senhor quiser um nome diferente, tem que criar uma nova conta de e-mail, não dá pra mudar uma que já existe.
Junqueira: Ai... eu tenho que ligar pra UOL então?
Eu: Iiisso, liga pra UOL!

Pô, o cara liga numa loja de informática falando que quer mudar a identidade! Quase mandei ele ir na delegacia. Não é lá que se faz RG? Hohohoho

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Tatuagem

Uma vez eu li em algum lugar que pessoas que têm tatuagens 1- não gostam de falar sobre as suas tatuagens, e 2- não querem bolar desenhos para os outros.
Eu, pelo menos, não concordo com a primeira afirmação. Eu gosto de falar sobre as minhas tatuagens, porque tem uma historinha. E os desenhos fui eu que bolei.
Mas a segunda afirmação é totalmente verdadeira (com exceção aos tatuados-tatuadores). Quatro pessoas já me pediram pra "bolar desenhos".
Uma amiga, mãe de duas meninas, queria um desenho de palitinho de duas menininhas. Passei um tempão bolando um desenho com curvas, "macio", que no fim das contas ela não gostou. Ela queria um do tipo quadradinho mesmo. E tatuagem de menininhas de palitinho quadradinhas eu acho tosco, não fiz. Até ela mesma faz, vai.
Minha irmã pediu pra eu fazer um negócio-tipo-um-ramo. Fiz um monte, e ela não gostou de nenhum. Acontece que o negócio-tipo-um-ramo que eu bolei pra mim, surgiu de repente, sem querer. Bolar um desenho só porque alguém quer, eu não consigo.
Uma amiga que é devota de Nossa Senhora Desatadora dos Nós, queria que eu fizesse o desenho de uma fita, com muitos nós numa ponta e menos nós em outra, terminando em um nó se desfazendo. Alô-ôu! Eu não sei desenhar fitas. Muito menos nós. E como se não bastasse ter que desenhar a fita, eu ainda tinha que acertar no formato da fita. Não reta, mas sem muitas curvas. Passado um tempão ela falou que tinha desistido da tatuagem e eu falei "Ainda bem".
Uma amiga que vai pra faculdade na mesma van que eu me pediu recentemente pra eu fazer um desenho dela e da mãe dela. Eu faço desenhos com cabeças grandes, braços finos. Coloco o que a pessoa tem de mais característico, tipo o cabelo, as roupas, óculos, essas coisas. Falei que fazia, mas não prometia pra logo, porque só tenho o final de semana com tempo pra isso, e geralmente eu faço alguma coisa mais... importante. Quando essa amiga minha disse que ela iria tatuar esse desenho nas costas, tentei dissuadi-la (hum, nunca tinha usado essa palavra numa frase antes). "Má, cê tem certeza? A aparência das pessoas muda, o cabelo, as roupas. E até os estilos de desenho mudam, um dia você pode olhar e achar que é feio..." Mas ela disse que quer. Vou demorar bastante. Talvez ela mude de ideia.
Enquanto isso eu tenho guardado mais um desenho que eu fiz. Pra mim.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Domingo de sol e despedida

Domingo meu avô tava bonito; as mãos segurando um terço, vestindo um terno cinza e um paletó marrom por cima -de madeira.
Minha mãe estava no hospital com ele quando ele saiu daquele corpo velho e moribundo e foi pra outro lugar.
O cemitério parecia almoço de domingo. Minha avó com os irmãos, cunhados, filhos, genros, netos e sobrinhos-netos reunidos. Além de muitas outras pessoas que eu nunca vi na vida.
Ouvia-se alguns narizes sendo assoados, o murmúrio de conversas, e do lado de fora as risadas de uma piada contada aqui, outra contada ali.
Todos muito serenos, mas o choro apareceu quando, no abraço da minha avó, ela falou "E o vô foi embora...", mas em frente ao túmulo, o sorriso surgiu quando ela disse "É melhor ir embora antes que ele venha atrás!".
Minha avó em seu vestidinho de domingo, com um lenço azul na mão e sem brincos -em sinal de luto- recebeu filhas, genro e netos em casa pra um lanche da tarde, e ainda teve a presença de espírito de brincar: "Olha, só o vô não veio!".

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Do dia em que meu avô recebeu o diagnóstico de câncer no esôfago até sua morte, se passaram sete semanas. Ele sofreu muito em seus últimos dias de vida, e eu acho isso muito cruel. Nada podia curar a doença do meu avô, e mesmo assim, não deixavam que ele partisse. Enfiaram um tubo pelo seu nariz para alimentá-lo com líquidos. Quando o câncer atingiu o duodeno e os líquidos não passavam do estômago para o intestino, ele passou a receber soro. Quando um pulmão se comprometeu, passou a receber oxigênio. Quando a dor era muita, morfina. Então veio a sedação, pra que quando chegasse a hora, ele estivesse dormindo. Se ele morasse num sítio no meio do mato, longe de qualquer hospital, sua morte teria sido muito mais rápida; aqui, seu sofrimento -e de todos ao redor- só foi prolongado. A medicina é uma coisa esquisita.

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Durante o velório recebi abraços apertados -e isso foi gostoso- mas eu não precisava ser consolada como as pessoas achavam que eu precisasse. Meu avô foi um cara machista e rabugento a vida toda, e nas últimas semanas eu ouvi umas histórias sobre ele que eu não conhecia e fiquei com raiva dele. Mas lá no cemitério, não tinha nenhum sentimento ruim. Também não tinha tristeza por ele. Vou deixar de lado as histórias que ouvi sobre amantes e filhos bastardos e guardar as lembranças boas.
Mas a verdade é que agora minha avó vai poder rever e receber em casa pra um café ou pra uma partidinha de buraco duas pessoas de quem ela gosta e que gostam muito dela: a ex-mulher do meu tio, e o meu pai. Meu avô nunca aceitou muito bem que dois de seus três filhos se divorciassem, e nunca mais quis ver de novo a ex-nora e o ex-genro. Minha avó, que sentia falta dos dois, agora pode vê-los quando quiser. Lero lero.

E porque a vida é assim, vamo em frente que atrás vem gente!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Tirinha


Calvin & Haroldo.
Bill Watterson.

Arrã. Ótima desculpa pra mim hoje.

Bom fim de semana!

Semana


Segunda-feira não fui à aula porque caiu o maior pé d´água aqui e me enxarquei toda do trabalho até em casa. Terça-feira não tive aula porque foi uma das noites que ficaram reservadas pra fazer estágio. Quarta-feira tivemos a aula mais sonolenta da semana. Ontem metade da sala tava ensaiando pro sarau, então meu grupo e mais outro fez a apresentação do trabalho um para o outro e na última aula veio vindo, da outra ponta da sala, uma mensagem por telefone sem-fio: "Falta coletiva na sexta?", "Beleza!". Êita, turma preguiçosa... Então tá. Tem um monte de coisas que eu queria fazer em casa mesmo...

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Aniversário

No meu aniversário de 7 anos, fomos comer bolo na chácara da minha vó. Depois dos parabéns, a criançada se dispersou e foi brincar. Eu queria brincar só com minha prima que tinha a mesma idade que eu, mas a irmã dela, dois anos mais nova, era muito chata e resolvemos fugir. Demos a volta na casa, passando pela casa do caseiro, contornando o pomar, passando pelo mato até chegar no jardim de baixo.
Eu corria na frente, e de repente senti uma dorzinha igual de pancada no joelho. Mas eu não tinha nenhuma pancada. Olhei pra trás e minha prima fez cara de espanto. Olhei pra baixo e gritei.
Meu joelho sangrava, e o sangue escorria pela minha perna até a minha sandalinha branca. Gritei de novo. Minha mãe veio, tirou alguma coisa no meu joelho, me pegou no colo e fomos pro hospital. Deitada no consultório, depois da anestesia, levantei a cabeça, mas minha mãe não me deixou ver direito. Só vi alguma coisa muito rosa. Levei três pontos e fiquei uma semana de repouso. Essa semana de cama pareceu um mês.
Depois que saímos do hospital, minha mãe voltou na chácara da minha vó pra avisar que eu tava bem, e resolveu voltar no jardim pra ver o que ela tinha tirado do meu joelho. Era uma estaca de madeira, de 10 centímetros de comprimento por dois centímetros na base. Oito centímetros entraram no meu joelho de baixo pra cima. Como? Nem sei. Não caí, não tropecei.
Minha mãe levou a estaca pra casa pra gente ver, e está guardada até hoje. Quando eu conto essa história, tem gente que não acredita. Tenho duas provas: a cicatriz e a estaca ensanguentada.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Fominha...


Tudo o que eu queria nesse momento era um bolo de cenoura com cobertura de chocolate.
Hummm...

O resgate

Algumas semanas atrás minha tia me pediu um vestido emprestado pra ir a um casamento. Esse é o único vestido "de-ir-em-casamentos-bailes-e-afins" que eu tenho, então esse vestido é um xodó. Fora que o-d-e-i-o emprestar roupa. Qualquer uma. Porque ninguém tem cuidado com as coisas dos outros como tem com as próprias. E quando a gente sabe que a pessoa não tem cuidado nem com as próprias coisas, pior ainda!
Na hora me passou pela cabeça uma desculpinha qualquer, mas como minha tia tinha acabado de me fazer um favor, não achei certo negar. Emprestei com dor no coração; mas teve uma condição: ela usa, EU lavo. Não é só por ciúme das minhas coisas não, é porque é esse o vestido que vou usar na minha formatura, em dezembro, então prefiro eu mesma lavar com cuidado, com o sabão certo. Quem cuida, tem.
Minha tia foi no casamento dia 12/09, e hoje vou lá na casa dela resgatar o vestido. Pois é, ela é assim, esquece das coisas. E como eu sei que roupa usada atrai traça, e muito provavelmente o vestido deve estar guradado na sacola onde eu emprestei, melhor ir ao resgate rapidinho do que usar um vestido com buraquinhos depois.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Filtro Solar

Então que no sábado fui às compras.
Quem me dera ter um monte de dinheiro pra torrar no shopping, mas não. Eu fui às compras na farmácia. A parte boa é que não fui comprar remédio. Tanto melhor.
Na minha lista tinha lenço de papel e protetor solar. Já faz uns três anos que venho levando a sério essa coisa de passar protetor solar todo dia. Claro que tem dias que eu tô atrasada e não passo, ou tô com preguiça e não passo direito, mas tô ficando mais disciplinada.
Quando eu era pequena, o único protetor solar que eu conhecia era o Sundown, e a gente só usava quando ia à praia ou à piscina - e mesmo assim só de vez em quando, então eu sempre ficava vermelho-beterraba e depois descamava toda. Sundown pra gente sempre teve "cheiro-de-praia", e eu só fui saber que se deve usar protetor solar todo dia muitos anos depois.
Muitos anos depois, minha mãe foi ao dermatologista e ele indicou que ela usasse Episol nas manchas que ela tem nas mãos. Minha mãe comprou o tal Espisol sem saber que era protetor solar. Como ela nunca foi de usar essas coisas, nem de se cuidar muito, o protetor ficou enconstado por um bom tempo. Mais precisamente até o próximo verão, aí eu peguei emprestado. O protetor solar é caro, mas não tem cheiro, é livre de óleo, não fica melado nos braços e quando a gente sua, a cara não escorre. Maravilha! Depois que esse tubo acabou, resolvi comprar um mais barato. Fui de Nívea. O Nívea não serve pra usar no rosto. O rosto começa a suar e dá pra sentir as gotículas de suor na testa, no buço, um horror! Quando acabou, comprei um da Natura, muito bom pra usar no rosto. Quando acabou, comrpei o tal Solar Expertise da L´Oréal, em gel creme. No corpo, tudo bem, mas no rosto, melava e escorria um bocado. Aí acabaram todos, então fui às compras no sábado. Comprei outro da L´Oréal, dessa vez em loção. Espalha muitíssimo mais fácil, fica levemente menos melado e não é tão desconfortável pra usar no rosto. E como eu acho que passar protetor solar diariamente é um investimento a longo prazo em mim, abusei e comprei o Episol water gel, só pro rosto. É meio caro, mas o investimento vale a pena. O rosto fica sequinho, nem parece que passei protetor solar!
E minha irmã não usa filtro solar porque ela diz que dá espinha. Claro, ela só usa Sundown e Coppertone, e os dois são super oleosos. Infelizmente a maioria dos brasileiros ainda pensa assim. Não passa protetor solar diariamente porque incomoda, mas não usa um que seja adequado por causa do preço. O preço, muitas vezes, é tratar um câncer de pele ou então fazer tratamentos estéticos muito caros pra tirar manchas depois.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Tirinha


Fernando Gonsales

Rá!

Sexta-feeeeira!!!
Bom findi!

Eu detesto cheiro de Bom Ar!

O namorado, depois que usa o banheiro em casa pra fazer o número dois, acha que pro banheiro ficar cheirosinho precisa deixar a água da privada verde-Hulk de desinfetante e dá uma espirradinha de Bom Ar em cada canto do banheiro. Já falei que não precisa. Só umas gotinhas de desinfetante na privada já tá ótemo. E mais do que uma espirradinha de Bom Ar já empesteia o ar!
Meu patrão, quando usa o banheiro aqui da loja, pensa igualzinho meu namorado e o cheiro de Bom Ar vem lá do banheiro e chega até a minha mesa; só que aqui a privada fica roxo-Tinky Winky. Não sei porque essa turma usa tanto Bom Ar; se usar demais, o cheiro só fica pior. É como sair gritando por aí: "Eu fiz cocô-ô! Eu fiz cocô-ô!".
Hoje veio um senhor conversar com meu patrão, logo depois que o Bom Ar foi espirrado, e depois de um tempinho conversando, o senhor falou "Nossa, que loja cheirosa! Será que é o perfume da mocinha?". É, a mocinha sou eu. E se um dia eu passasse algum perfume um pouquinho parecido com Bom Ar, passava o dia inteirinho trancada no banheiro! Eca!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Dor de cabeça e ventania

Outro feriado como o de ontem, não, muito obrigada.
Acordei tarde (umas 10h) com uma leve dor de cabeça e depois do almoço inventei de pintar um porta-lápis da minha mãe. No armário onde guardo as tintas tava guardada (escondida) uma cesta de sabonetinhos que eu ganhei no meu aniversário (portanto, desde janeiro). Os sabonetinhos eram bem bonitos: um tinha o formado de um bolo de uva, dois eram roxos em formato de coração, e dois eram brancos em formato de flor. Só que esses sabonetes eram horríveis pra lavar as mãos, porque eram muito sebosos, e muito, mas muito fedidos! Pretendia-se que os sabonetes tivessem cheirinho de uva, mas não tinham. A cesta ainda tava no plástico, e deixei guardada (escondida) nesse armário porque fiquei com dó de jogar fora. Foi uma amiga do meu namorado que me deu. Então tava eu pegando as tintas, com a porta do armário aberta, e o cheiro da cesta começou a empestear o ar. Me deu uma dor de cabeça tão forte, que perdi o dó e joguei a cesta fora. Achei que não era o caso de tomar remédio, mas fiz uma coisa que não faço nem nas férias: dormi à tarde. Meia hora depois eu acordei com a dor menos forte. Tava na hora de tomar um lanchinho. Passei pelo armário e o cheiro ainda tava lá; cheguei na cozinha, olhei pra cara do pão e não consegui comer, porque a dor de cabeça mexeu com meu estômago. Deitei de novo, dormi de novo. Levantei quase às 17h, tomei remédio, tomei banho. A dor já tava menos forte e consegui comer alguma coisinha. A dor só passou de vez lá pelas 18h. Se eu não tivesse prova ontem, eu não teria saído de casa...
Ah, sim, disseram que as escolas desfilaram debaixo de chuva e que uma megaventania derrubou uma parte do palanque onde tava o prefeito, que levou um tombasso. Ô, dó...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Início da Primavera


E amanhã começa a primavera! Uêba! Estação colorida em que aparecem mais passarinhos na minha janela!
Só que muito provavelmente ela comece com frio e chuva por aqui, porque o tempo ruim não deve passar antes do final de semana. Paciência.
Seja bem-vinda!

Feriado

Amanhã é feriado aqui em Serra Negra. Aniversário da cidade; cento e oitenta e poucos anos. Viva Serra Negra! Amanhã tem desfile na rua principal, com fanfarra das escolas e tudo mais. Muito legal! Mas esse ano eu não vou ver o desfile, porque começa às 9 da manhã, e a essa hora eu vou estar entretida com trabalhos domésticos, e vou estudar pelo menos um pouquinho, porque tenho prova de Tecnologia da Informação. O tum-tagadá tum-tum-tagadá fica pro ano que vem.

Curiosidade: Serra Negra é a cidade que muitos aposentados escolhem para passar tranquilamente (ultimamente nem tanto assim) o resto da vida. Dos aposentados que vêm pra cá, cerca de 50% são de Santos. Não sei o que Serra Negra tem que atrai tanto os santistas, mas atrai.

Outra curiosidade: Numa pesquisa feita em farmácias da região, Serra Negra lidera o ranking de venda de Viagra. Seria o número exorbitante de santistas aposentados?
Hohoho


Serra Negra vista do Alto da Serra à noite


Minha casa é ali, ó.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

20 coisas que me fazem feliz

Sábado de sol com brisa morninha
Maritacas cantando de manhãzinha
Cigarras cantando no fim da tarde
Filhotes de cachorro
Filhotes de gato
Ganhar abraços
Usar meias macias
Fronha cheirando a amaciante
Espremer cravos grandes
Arrumar o meu quarto
Reuniões de família
Meu aniversário
Tomar chuva a caminho de casa
Receber cartas
Dormir na rede
Desenhar
Ler livros da Rosamunde Pilcher
Ouvir "Tiny Dancer", do Elton John
Tirar fotos de flores
Comer Ferrero Rocher

Anti-Impacto e Bateprego


Desde a reforma do meu banheiro, no comecinho do ano passado, eu tava enrolando pra colocar aquela bolinha de borracha no chão (aquela pra porta não bater). Tava enrolando porque tava com dó de furar o piso.
Saracoteando nas internets da vida, me deparei com a borrachinha adesiva anti-impacto da 3M. É só colar uma borrachinha no lugar onde a maçaneta bate e pronto! Azulejo são e salvo, parede sem lascados e piso sem furo! Achei essa uma grande sacada! Simples, prático, perfeito! Deu aquela sensação de "Por que não pensei nisso antes?", sabe?

Otra coisa que mudou a minha vida foi a descoberta do bateprego (também nas internets da vida). As paredes lá de casa são de gesso, e qualquer preguinho que vá colocar lasca a parede. A gente colocava fita crepe em volta do prego pra não estragar muito, mas aí a fita crepe tinha que ficar lá, senão estragava do mesmo jeito quando fosse descolar. Fora que, quando ia tirar definitivamente o prego, ficava lá o buraco lascado e marca de cola. Um horror.
Alguns quadros nas paredes de casa me incomodavam muito, porque estavam em lugares estranhos. Altos demais, não centralizados. Esses pregos foram aproveitados quando a gente se mudou pra lá, só que 10 anos depois, eu resolvi deixar do meu jeito. Tinha quatro quadros no corredor; um eu consegui convencer a minha mãe a jogar fora, porque era feio, velho e desbotado. Os outros três, eu arranquei os pregos (depois passo uma massinha corrida) e preguei mais pra baixo. Os pregos estavam a uns 1,85m de altura. Ridículo olhar pra cima pra ver um quadro! Agora estão na altura dos olhos com a mesma distância entre um e outro. Ah, sim, o bateprego! Bateprego é essa ferramenta aí da foto. Prega pregos sem danificar a parede nem um tiquinho! E no kit ainda vêm ganchinhos e cabeças de plástico de rosquear pra prender os ganchos. Não sei como eu vivi tanto tempo sem ter um desses!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Tirinha


Mafalda
Quino

Bom fim de semana!

Estudar ou não estudar? Eis a questão

E hoje eu não tenho aula, oba!
Minhas provas começam na segunda-feira, e eu devia tirar a noite de hoje pra estudar. Tenho duas provas na segunda, uma é facinha, facinha; já a outra...
Normalmente eu presto bastante atenção às revisões, que é pra não ter que rachar de estudar em casa. Tudo o que o professor fala eu anoto, aí uma lida na apostila durante a semana e uma lida no dia da prova já tá bom.
Mas a prova de segunda, que eu acho que vai ser difícil, é de Políticas Públicas, e eu odeio tudo o que ter a ver com política e lei. Odeio porque não entendo ou não entendo porque odeio? Que dúvida mais Tostines...
Mas eu tenho uma missão: Terminar de ler Amanhecer até o fim de semana, porque não tô gostanto muito do livro e quero começar a ler um mais legal na semana que vem. Sendo assim, acho que ao invés de passar a noite com a Constituição Brasileira, vou passar a noite com a Bella. Depois da novela, claro.

Into the Wild

Ontem à noite, quase chegando em casa nós (na van) vimos um bicho correndo. Não, dois bichos correndo. Gatos? Um voou. Uma coruja! Uma coruja atacando o outro bicho, que na verdade era... um gambá! (Gambá, raposa, cada um chama de um jeito, mas é aquele com rabo comprido e fino igual de rato) E a coruja dando aqueles pios guinchados bonitos, que só coruja dá. Será que o gambazinho atacou o ninho da coruja? Será que pegou um filhote? Um ovo?
Achei a cena sensacional! No centro da cidade (ainda que de interior) a natureza selvagem rolando solta. Animais percorrendo calçadas e atravessando ruas, lutando pela vida entre um terreno baldio e outro.
Demais, demais.